A participação coordenada pela CNI consolidou o setor produtivo como voz ativa na agenda climática global
FONTE: CNI
sara.meneses@senaicni.com.br

Arte: Michelle Fioravanti
A COP 30 consolidou a indústria brasileira como um dos principais atores da agenda climática internacional. A participação do setor produtivo, liderada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), envolveu articulações multilaterais, entrega de recomendações a líderes globais e apresentações de projetos que reforçam o papel da indústria na transição para uma economia de baixo carbono.
Entre os marcos da participação, estiveram as discussões sobre a meta global de US$ 1,3 trilhão por ano em financiamento climático, a mobilização de bancos e fundos nacionais para ampliar o acesso ao crédito verde, e a divulgação da Carta de Engajamento pela Descarbonização, documento que propõe ações coordenadas entre empresas e governo para acelerar a transição energética.
A COP 30 também foi palco do lançamento do Protocolo Nacional de Resposta a Emergências Climáticas, desenvolvido pela CNI em parceria com o Ministério da Saúde. A iniciativa prevê mapeamento de riscos, planos de evacuação e preparação para eventos extremos, apoiada por US$ 300 milhões destinados a fortalecer a capacidade de resposta do sistema de saúde.
Agora, dois vídeos ajudam a retratar como essa atuação se deu nos bastidores e quais foram os principais resultados.
Vídeo 1 – Nos corredores da COP 30: o trabalho que antecede os anúncios
O vídeo mostra o dia a dia da equipe da indústria durante a conferência: reuniões, articulações, encontros bilaterais e toda a rotina que dá forma às posições apresentadas ao público.
Vídeo 2 – COP 30 em foco: os principais anúncios, compromissos e soluções apresentadas pela indústria
Um resumo dos temas centrais da participação brasileira: descarbonização, financiamento climático, adaptação, bioeconomia, energia limpa e inovação em soluções de carbono.
Brasil reforça liderança na agenda climática
A participação da indústria brasileira na COP 30 deixa claro que o setor já não ocupa apenas um lugar de observador, mas de agente direto na formulação de políticas e na construção de soluções climáticas. Com novas alianças, compromissos e ferramentas de atuação, a CNI encerra a conferência reforçando que a transição para uma economia de baixo carbono depende de ação coordenada e que o Brasil está disposto a liderar esse movimento no cenário internacional.
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• Indústria na COP 30